Convidamos toda a comunidade escolar para participar do nosso II FEIRART
em homenagem aos 100 anos de Luiz Gonzaga, que se realizará no dia 26
de Junho de 2012, onde será apresentado atividades desenvolvidas pelos
alunos como danças, músicas, teatro e exposições com salas temáticas que
contam a história de Luiz Gonzaga e consequentemente de Pernambuco e do
Nordeste.
Bem vindos!
Esse blog tem como objetivo ajudar os alunos da EREM - Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em pesquisas e resoluções de exercícios de revisão.
Como não podemos ficar só estudando, tem também diversão inteligente para aliviar a pressão de provas e exercícios.
Assim que puder postarei algo novo e que possa ser utilizado pelos seguidores.
Obs.: Por favor, ao visitar, torne-se um seguidor. Obrigado
Como não podemos ficar só estudando, tem também diversão inteligente para aliviar a pressão de provas e exercícios.
Assim que puder postarei algo novo e que possa ser utilizado pelos seguidores.
Obs.: Por favor, ao visitar, torne-se um seguidor. Obrigado
segunda-feira, 25 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Histórico da Eletricidade
O estudo da eletricidade se iniciou
na Antiguidade, por volta do século VI a.C, com o filósofo e matemático
grego Tales de Mileto. Ele, dentre os maiores sábios da Grécia Antiga,
foi quem observou o comportamento de uma resina vegetal denominada de âmbar. Ao
atritar essa resina com tecido e/ou pele de animal, Tales percebeu que
daquele processo surgia uma importante propriedade: o âmbar adquiria a
capacidade de atrair pequenos pedaços de palha e/ou pequenas penas de
aves. Em grego, a palavra elektron significa âmbar, a partir desse vocábulo surgiram as palavras elétron e eletricidade.
Apesar desse feito, nada foi descoberto por mais de vinte anos, ficando, dessa forma, intactas as observações de Tales de Mileto. No século XVI, o médico da rainha Elizabeth I, da Inglaterra, Willian Gilbert, descobriu que era possível realizar a mesma experiência de Tales com outros materiais. Nessa época, o método da experimentação, criado por Galileu Galilei, começou a ser utilizado. Gilbert realizou vários estudos e experiências, sendo uma delas as formas de atrito entre os materiais. Já no século XVIII o cientista norte-americano Benjamin Franklin, o inventor do para-raios, teorizou que as cargas elétricas eram um fluido elétrico que podia ser transferido entre os corpos. Contudo, hoje já se sabe que os elétrons é que são transferidos. O corpo com excesso de elétrons está eletricamente negativo, ao contrário do corpo com falta de elétrons, que se encontra eletricamente positivo. Mas qual é o ramo de estudo da eletricidade?
O estudo da eletricidade se divide em três grandes partes:
Eletrostática: é a parte que estuda o comportamento das cargas elétricas em repouso como, por exemplo, o estudo e compreensão do que é carga elétrica, o que é campo elétrico e o que é potencial elétrico.
Eletrodinâmica: essa é a parte que estuda as cargas
elétricas quando em movimentação. Ela estuda o que é corrente elétrica,
os elementos de um circuito elétrico (resistores e capacitores) bem como
a associação deles, tanto em série quanto em paralelo.
Eletromagnetismo: nessa parte se estuda o
comportamento e o efeito produzido pela movimentação das cargas
elétricas. É a partir desse estudo que fica possível entender como
ocorrem as transmissões de rádio e televisão, bem como entender o que
vem a ser campo magnético, força magnética e muito mais.
Brasil Escola
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Cuidados no Trânsito - Freio
Em pista molhada ou
escorregadia, que precauções o motorista deve tomar?
A primeira providência é diminuir a velocidade. Outro cuidado é manter uma distância maior do que a normal do carro da frente. Nessas condições de pista, o espaço percorrido da frenagem até a parada total do veículo aumenta consideravelmente. A 80 Km por hora, um veículo percorre 30 metros até parar completamente, numa pista de asfalto seca, com a mesma pista molhada a distância aumenta consideravelmente.
Mais uma precaução é frear de forma suave e progressiva. Freadas bruscas podem travar as rodas e fazer o veículo derrapar e até mesmo capotar, mesmo em pistas secas. Em caso de travamento das rodas, o motorista deve tirar imediatamente o pé dos freios, enquanto movimenta a direção para a direita e para a esquerda levemente, até conseguir retomar o controle do carro.
Em
que outras situações o motorista deve redobrar os cuidados ao frear?
Estes são alguns dos casos mais comuns:
- sempre que o carro estiver carregado (nas viagens com a família e bagagens, por exemplo);
- durante a noite, quando a visibilidade fica bastante prejudicada;
- na descida de serras.
Nos longos trechos em declive, o correto é usar o freio motor. Basta engatar uma marcha mais reduzida, que segure o carro na descida. A mais indicada é a marcha que seria utilizada para subir a serra.
O uso do freio motor evita o desgaste excessivo, o superaquecimento e a perda momentânea dos freios por cansaço. Além de aumentar consideravelmente a estabilidade do veículo e a segurança do motorista nas descidas.
A primeira providência é diminuir a velocidade. Outro cuidado é manter uma distância maior do que a normal do carro da frente. Nessas condições de pista, o espaço percorrido da frenagem até a parada total do veículo aumenta consideravelmente. A 80 Km por hora, um veículo percorre 30 metros até parar completamente, numa pista de asfalto seca, com a mesma pista molhada a distância aumenta consideravelmente.
Mais uma precaução é frear de forma suave e progressiva. Freadas bruscas podem travar as rodas e fazer o veículo derrapar e até mesmo capotar, mesmo em pistas secas. Em caso de travamento das rodas, o motorista deve tirar imediatamente o pé dos freios, enquanto movimenta a direção para a direita e para a esquerda levemente, até conseguir retomar o controle do carro.
Estes são alguns dos casos mais comuns:
- sempre que o carro estiver carregado (nas viagens com a família e bagagens, por exemplo);
- durante a noite, quando a visibilidade fica bastante prejudicada;
- na descida de serras.
Nos longos trechos em declive, o correto é usar o freio motor. Basta engatar uma marcha mais reduzida, que segure o carro na descida. A mais indicada é a marcha que seria utilizada para subir a serra.
O uso do freio motor evita o desgaste excessivo, o superaquecimento e a perda momentânea dos freios por cansaço. Além de aumentar consideravelmente a estabilidade do veículo e a segurança do motorista nas descidas.
sábado, 2 de junho de 2012
Estudos?!?!?!?!
A imaginação das crianças e adolescentes estão cada vez mais potentes, infelizmente não sendo direcionada como nós educadores queríamos.
É incontável as vezes que nos deparamos com alunos "sonhando" dentro de sala de aula, creio que hoje o mais difícil na educação é justamente prender a atenção dos alunos nas aulas.
Veja essa charge que mostra de forma irônica tal acontecimento:
É incontável as vezes que nos deparamos com alunos "sonhando" dentro de sala de aula, creio que hoje o mais difícil na educação é justamente prender a atenção dos alunos nas aulas.
Veja essa charge que mostra de forma irônica tal acontecimento:
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Asteroide tira "um fino" na Terra
“Apenas” 27 mil km vão separar a rota de um asteroide e a superfície do planeta Terra no dia 15 de fevereiro de 2013. Parece muita coisa, não? Mas, em comparação com outras distâncias astronômicas, é muito perto. Para se ter uma ideia, o satélite que emite o sinal para a sua TV orbita a mais de de 35 mil quilômetros de altitude. Apesar da proximidade, não precisa entrar em pânico: a NASA afirma que não há chance de colisão.
O astronômo Phil Plait, autor do blog Discover Magazine’s Bad Astronomy, também afirma que a probabilidade de um impacto em fevereiro é tão baixa que praticamente não existe risco.
Fonte: Superinteressante
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Estados físicos da água
Atenção para essa rápida revisão para os 2º anos em relação as mudanças de estados físicos da matéria, principalmente a água:
Características da agregação das moléculas
- Sólido: forma e volumes constantes/grande força de coesão.
- Líquido: forma variável e volume constantes/força de coesão e repulsão.
- Gasoso: forma e volume variáveis/ grande força de repulsão.
Mudanças dos estados físicos da água
Tipos de vaporização:
1. Evaporação: vaporização lenta que ocorre no ambiente natural.
2. Ebulição: vaporização rápida que ocorre com uma fonte de calor.
3. Calefação: quando um líquido é jogado em uma chapa superaquecida.
Gráfico de mudança do estado físico da água
Tudo
começa com o estado sólido, no caso o gelo, e a temperatura está abaixo
de 0° C. Com o aumento da temperatura, ela fica com 0° C, quando está
com essa temperatura temos o ponto de fusão. A temperatura não muda, mas
quando está se tendo o processo da fusão, temos sólido e líquido,
representado na figura.
Terminada
a fusão, temos apenas líquido. Aos poucos a temperatura se aumenta,
quando ela chega em 100° C temos o ponto de ebulição e começa o processo
de vaporização. Com isso temos líquidos mais vapor, representada pela
quarta figura do gráfico. Terminada a ebulição, temos apenas vapor.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Como o professor é visto?????
O interessante de algo cômico é justamente a estreita relação da realidade e do imaginário.
Mas que é realidade é!!!!!!!!
terça-feira, 1 de maio de 2012
A maior temperatura que o corpo aguenta
A busca pela maior temperatura
suportada pelo corpo humano iniciou-se no século XVIII, por meio do
médico inglês Charles Blagden, e de uma forma não muito comum: Sr.
Blagen resolveu entrar num cómodo aquecido a 105°C, tendo conseguido
permanecer no local por 15 minutos.
Testes mais recentes e menos perigosos foram capazes de descobrir a exata temperatura máxima que podemos aguentar: 127ºC, por 20 minutos.
Na verdade, o suor é o grande responsável por suportarmos altas temperaturas.
Nesse sentido, quando o ar está seco, podemos suportar maiores temperaturas, uma vez que o suor rouba calor do corpo e evapora.
Já quando o ar está úmido, qualquer temperatura acima dos 40ºC pode tornar-se insuportável, pois o mesmo não encontra condições de evaporar e amenizar a temperatura do corpo.
Testes mais recentes e menos perigosos foram capazes de descobrir a exata temperatura máxima que podemos aguentar: 127ºC, por 20 minutos.
Na verdade, o suor é o grande responsável por suportarmos altas temperaturas.
Nesse sentido, quando o ar está seco, podemos suportar maiores temperaturas, uma vez que o suor rouba calor do corpo e evapora.
Já quando o ar está úmido, qualquer temperatura acima dos 40ºC pode tornar-se insuportável, pois o mesmo não encontra condições de evaporar e amenizar a temperatura do corpo.
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