Bem vindos!

Esse blog tem como objetivo ajudar os alunos da EREM - Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em pesquisas e resoluções de exercícios de revisão.
Como não podemos ficar só estudando, tem também diversão inteligente para aliviar a pressão de provas e exercícios.
Assim que puder postarei algo novo e que possa ser utilizado pelos seguidores.

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Charge Legal

Isso é que é um aluno aplicado..... O pior que eu tenho uns maladrinhos assim também.

Incrível esse cara!

Nas últimas aulas falei sobre a possibilidade de uma pessoa se agarrar em uma linha de alta tensão e não levar choque se não tivesse uma diferença de potencial, nesse caso, sem contato com o solo.
Então, depois de algumas caras de desconfianças eu encontrei este vídeo que prova o que eu disse e a Física também:


quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pérolas do Vestibular

Peguei essas pérolas no blog do Professor Fernando, juro que não sei como é ter tanta imaginação... KKKKKKK.

Quando você ler e entender todas as m..... ditas é um bom sinal pois você tem domínio dos conteúdos.

Gente amada:

Da minha amiga Lenice Moura, educadora e competência cidadã comprovada por uma militância bem vivenciada na sua área profissional, recebi algumas pérolas – leia-se imbecilidades – extraídas de provas de um vestibular recente de uma Universidade Federal. Perólas que fazem rir e também chorar, por anunciarem um futuro melancólico para uma Pátria que busca alcançar um lugar ao sol no concerto das nações. Ei-las:
1. Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigênio.
2. O nervo ótico transmite idéias luminosas ao cérebro.
3. O vento é uma imensa quantidade de ar.
4. O terremoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas.
5. Os egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor.
6. Péricles foi o principal ditador da democracia grega.
7. O problema fundamental do terceiro mundo é superabundância de necessidades.
8. O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro d'água.
9. A principal função da raiz é se enterrar.
10. A Igreja, ultimamente, vem perdendo muita clientela.
11. O sol nos dá luz, calor e turistas.
12. As aves têm na boca um dente chamado bico.
13. A unidade de força é o Newton, que significa a força que se tem que realizar em um metro da unidade de tempo, no sentido contrário.
14. Lenda é toda narração em prosa de um tema confuso.
15. A harpa é uma asa que toca.
16. A febre amarela foi trazida da China por Marco Polo.
17. Os ruminantes se distinguem dos outros animais porque o que comem, comem por duas vezes.
18. O coração é o único órgão que não deixa de funcionar 24 horas por dia.
19. Quando um animal irracional não tem água para beber, só sobrevive se for empalhado.
20. A insônia consiste em dormir ao contrário.
21. A arquitetura gótica se notabilizou por fazer edifícios verticais.
22. A diferença entre o Romantismo e o Realismo é que os românticos escrevem romances e os realistas nos mostram como está a situação do país.
23. O Chile é um país muito alto e magro.
24. As múmias tinham um profundo conhecimento de anatomia.
25. O batismo é uma espécie de detergente do pecado original.
26. Na Grécia antiga, a democracia funcionava muito bem porque os que não estavam de acordo se envenenavam.
27. A prosopopéia é o começo de uma epopéia.
28. Os crustáceos fora d'água respiram como podem.
29. As plantas se distinguem dos animais por só respirarem a noite.
30. Os hermafroditas humanos nascem unidos pelo corpo.
31. As glândulas salivares só trabalham quando a gente tem vontade de cuspir.
32. A fé é uma graça através da qual podemos ver o que não vemos.
33. Os estuários e os deltas foram os primitivos habitantes da Mesopotâmia.
34. O objetivo da Sociedade Anônima é ter muitas fábricas desconhecidas.
35. A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva.
36. O Ateísmo é uma religião anônima.
37. A respiração anaeróbica é a respiração sem ar que não deve passar de três minutos.
38. O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo.
39. Antes de ser criada a Justiça, todo mundo era injusto.
40. Caractere sexual secundário são as modificações morfológicas sofridas por um indivíduo após manter relações sexuais.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Gaiola de Faraday


Um condutor, quando carregado, tende a espalhar suas cargas uniformemente por toda a sua superfície. Se esse condutor for uma esfera oca, por exemplo, as cargas irão se espalhar pela superfície externa, pois a repulsão entre as cargas fazem com que elas se mantenham o mais longe possível umas das outras. Os efeitos de campo elétrico criados no interior do condutor acabam se anulando, obtendo assim um campo elétrico nulo.

O mesmo acontece quando o condutor não está carregado, mas está em uma região que possui um campo elétrico causado por um agente externo. Seu interior fica livre da ação desse campo externo, fica blindado. Esse efeito é conhecido como blindagem eletrostática.

Para provar esse efeito, o físico britânico Michael Faraday fez, em 1836, um experimento para provar os efeitos da blindagem eletrostática. Ele construiu uma gaiola de metal carregada por um gerador eletrostático de alta voltagem e colocou um eletroscópio em seu interior para provar que os efeitos do campo elétrico gerado pela gaiola eram nulos. O próprio Faraday entrou na gaiola para provar que seu interior era seguro. Esse experimento ficou conhecido por “Gaiola de Faraday”.

Assim, a blindagem eletrostática também ficou conhecida por gaiola de Faraday e esse efeito é muito utilizado em nosso dia a dia. Como exemplos podemos citar os carros e aviões, que atuam como gaiolas de Faraday, nos protegendo caso sejamos atingidos por uma descarga elétrica, contrariando o pensamento popular de que os pneus do carro é que fazem essa proteção. Construções também são feitas utilizando blindagem eletrostática, a fim de proteger equipamentos eletrônicos.

Essa blindagem pode ser vista facilmente, para isso pegue um celular ou um rádio ligado e embrulhe-o em papel alumínio. O alumínio vai agir como a gaiola de Faraday, o celular e o rádio poderão perder o sinal.

sábado, 2 de abril de 2011

Gerador de Van de Graaf







Esse vídeo mostra um pouco do que é um gerador de Van de Graaf e sua utilização.

Capacitores

Você sabia que o responsável pelo diparo de um flash nas máquinas fotográficas é um capacitor que armazena energia?

Como a pilha, o capacitor possui dois terminais. Dentro do capacitor, os terminais conectam-se a duas placas metálicas separadas por um dielétrico. O dielétrico pode ser ar, papel, plástico ou qualquer outro material que não conduza eletrecidade e impeça que as placas se toquem. Você pode fazer facilmente um capacitor a partir de dois pedaços de papel alumínio e um pedaço de papel. Não seria um capacitor muito bom em termos de capacidade de armazenamento, porém funcionaria.

Em um circuito eletrônico, um capacitor é indicado da seguinte forma:

Quando você conecta um capacitor a uma pilha, é isto que acontece:

  • a placa do capacitor conectada ao terminal negativo da pilha aceita os elétrons que a pilha produz
  • a placa do capacitor conectada ao terminal positivo da pilha perde os elétrons para a pilha

Depois de carregado, o capacitor possui a mesma tensão que a pilha (1,5 volts na pilha significa 1,5 volts no capacitor). Em um capacitor pequeno, a capacidade é pequena. Porém capacitores grandes podem armazenar uma carga considerável. Você poderá encontrar capacitores do tamanho de latas de refrigerante, por exemplo, que armazenam carga suficiente para acender o bulbo de uma lâmpada de flash por um minuto ou mais. Quando você vê relâmpago no céu, o que você está vendo é um imenso capacitor onde uma placa é a nuvem e a outra placa é o solo, e o relâmpago é a liberação da carga entre essas duas "placas". Obviamente, um capacitor tão grande pode armazenar uma enorme quantidade de carga.

Digamos que você conecte um capacitor desta maneira:

Você tem uma pilha, uma lâmpada e um capacitor. Se o capacitor for grande, você notará que, quando conecta a pilha, a lâmpada se acenderá à medida que a corrente flui da pilha para o capacitor e o carrega. A lâmpada diminuirá sua luminosidade progressivamente até finalmente apagar, assim que o capacitor atingir sua capacidade. Então você poderá remover a pilha e substituí-la por um fio elétrico. A corrente fluirá de uma placa do capacitor para a outra. A lâmpada acenderá e então começará a diminuir cada vez mais sua luminosidade, até apagar assim que o capacitor estiver totalmente descarregado (o mesmo número de elétrons nas duas placas).

Como uma torre de água

Uma maneira de visualizar a ação do capacitor é imaginá-lo como uma torre de água conectada a uma tubulação. Uma torre de água "armazena" pressão de água - quando as bombas do sistema de água enviam mais água do que a cidade necessita, o excesso é armazenado na torre de água. Então, nos momentos de maior demanda, o excesso de água flui para fora da torre para manter a pressão alta. Um capacitor armazena elétrons da mesma forma, e pode liberá-los mais tarde.


Frases de Isaac Asimov


Conheci essa semana esse cara através do Professor Rafael Brasil, conhecer não da forma literal, só se fosse em mesa branca, pois ele morreu em 1992.
Então conheci um pouco de sua trajetória como escritor, principalmente de ficção científica, essa ficção que estar se tornando real a cada dia, robôs e outras máquinas estão dominando o mundo.
Então recolhi algumas frases interessantes:

"Não é necessário fazer o bem. Apenas trate de não fazer o mal."

"Um súbito pensamento errôneo pode dar lugar a uma indagação frutífera que revela verdades de grande valor."

"O aspecto mais triste da vida atual é do que a ciência ganha em conhecimento mais rapidamente do que a sociedade em sabedoria."

"A sorte favorece só à mente preparada."

"Em primeiro lugar acabemos com Sócrates, porque já estou farto desta teria de que não saber nada é um sinal de sabedoria."

"Os criacionistas fazem parecer que uma teoria é algo que você sonhou depois de ter ficado bêbado a noite toda."

"A violência é o último recurso do incompetente."

Relâmpagos


O relâmpago é um dos fenômenos mais bonitos da natureza e também um dos mais mortais. Com as temperaturas dos raios sendo maiores do que a da superfície do Sol e com as ondas de choque se propagando em todas as direções, o relâmpago é uma aula de física.
Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superior da nuvem é positiva e a inferior negativa.
Onde houver uma separação de carga em uma nuvem, também haverá um campo elétrico associado. Assim como a nuvem, esse campo é negativo em sua região inferior e positivo na superior.
A força ou intensidade do campo elétrico está diretamente relacionada à quantidade de carga reunida na nuvem. Como os choques e resfriamentos continuam acontecendo e as cargas da parte inferior e superior da nuvem aumentam, o campo elétrico fica cada vez mais intenso: tão intenso, na verdade, que os elétrons da superfície da Terra são afastados para o interior dela pela forte carga negativa da parte inferior da nuvem. Essa repulsão de elétrons faz com que a superfície da Terra adquira uma forte carga positiva.
Tudo que se precisa agora é de um caminho condutivo para que o inferior negativo da nuvem entre em contato com a superfície positiva da Terra.
O forte campo elétrico "quebra" o ar ao redor da nuvem, permitindo que a corrente flua numa tentativa de neutralizar a separação de carga. A "quebra" do ar cria um caminho que provoca um curto-circuito na nuvem/terra como se houvesse uma longa vara de metal conectando-as.
Após o encontro, o ar ionizado (plasma) completou sua jornada até o solo, deixando um caminho condutor da nuvem ao solo. Com esse caminho completo, a corrente flui entre o solo e a nuvem. Essa descarga de corrente é a forma de a natureza tentar neutralizar a separação de cargas. A luz que vemos quando essa descarga acontece não é a descarga do relâmpago, mas sim seus efeitos locais.
Sempre que há uma corrente elétrica, há calor associado a essa corrente. Desde que a quantidade de corrente elétrica em uma descarga de relâmpago seja enorme, também será enorme a quantidade de calor. Na verdade, o raio de um relâmpago é mais quente do que a superfície do Sol. Esse calor é a real causa do brilho branco-azulado que vemos.

Quando o líder e a descarga conectante se encontram, deixando fluir a corrente (a descarga do relâmpago), o ar ao redor dela fica extremamente quente, tão quente que realmente explode, porque o calor faz que o ar se expanda muito rapidamente. A explosão é seguida pelo que conhecemos como trovão.

O trovão é a onda de choque irradiando ao longo do caminho da descarga. Quando o ar esquenta, ele se expande rapidamente, criando uma onda de compressão que se propaga pelo ar ao redor. Essa onda de compressão se manifesta na forma de uma onda sonora, o que não significa que o trovão seja inofensivo. Pelo contrário, se você estiver perto o bastante, conseguirá sentir a onda de choque, uma vez que ela sacode as redondezas. Saiba que, quando acontece uma explosão nuclear, normalmente a maior parte da destruição é causada pela energia da onda de choque, que se move rapidamente. Na verdade, a onda de choque que produz o trovão de uma descarga do relâmpago pode causar danos à população e às estruturas. Esse perigo é maior quando você está perto da descarga do relâmpago, porque a onda de choque é mais intensa ali, depois diminuindo com a distância. A física nos ensina que o som viaja bem mais devagar do que a luz: por isso, vemos a luz antes de ouvirmos o trovão. No ar, o som viaja 1,6 km a cada 4,5 segundos e a luz viaja a 300 mil quilômetros por segundo.

Pára-raios



Os pára-raios foram originalmente desenvolvidos por Benjamin Franklin. Um pára-raios é muito simples: é uma vara de metal pontuda, colocada no teto de uma construção (geralmente com 2 cm de diâmetro) e é conectada a um enorme fio de cobre ou de alumínio de mesma espessura. Esse fio, por sua vez, é conectado a uma rede condutiva enterrada no solo.
O objetivo dos pára-raios normalmente é mal compreendido. Muitas pessoas acreditam que eles "atraem" os relâmpagos, ao passo que é melhor dizer que eles fornecem um caminho de menor resistência até o solo,
Como você pode ver, o objetivo do pára-raios não é atrair os raios, mas sim fornecer uma opção segura para eles. Isso pode parecer meio chato, mas não será se você levar em conta que os pára-raios só se tornam importantes no momento em que um raio cai ou imediatamente após. Independentemente da existência ou não de um pára-raios, a descarga do relâmpago ainda acontecerá.
que pode ser usado para conduzir as enormes correntes elétricas quando ocorrem as descargas dos relâmpagos. Se cai um raio, o sistema tenta tirar a corrente elétrica perigosa da estrutura e levá-la seguramente para o solo. O sistema tem a capacidade de lidar com enormes correntes elétricas. Se a descarga do relâmpago atingir um material que não é bom condutor, esse material sofrerá um grande dano por causa do calor. O sistema de pára-raios é um excelente condutor e, por isso, permite que a corrente flua para o solo sem causar nenhum dano por causa do calor.